quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Tempo é Tempo


Há um tempo uma pessoa muito sábia me disse "Tempo é tempo... Você prefere caminhar ou marcar os passos?". Confesso que aquela pergunta me surpreendeu e ficou em minha mente por dias.

Quanto a questão que estava sendo discutida, eu decidi seguir em frente, em passos lentos, para desvendar o novo caminho que estava trilhando.  Porém, aos outros assuntos, há os que merecem que eu conte e reconte meus passos, outros que eu corra como se estivesse concorrendo à São Silvestre.

Sei que tempo é precioso, e por ter tanto valor, alguns momentos merecem serem vividos lentamente, para que seja desfrutado cada segundo. Mesmo que a vida corra em velocidade frenética, gosto de 'perder' alguns minutos (talvez horas) para que eu tenha boas lembranças no futuro. Tempo é tempo e só deve ser desperdiçado com quem sabe de seu valor e realmente o merece.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Resenha: As Violetas de Março

AS VIOLETAS DE MARÇO


Autora: sarah jio

NÚMERO DE PÁGINAS: 304


EDITORA: novo conceito – 

ANO DE LANÇAMENTO: 2013


Sinopse


Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio. Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar. Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta. Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história. Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades. As Violetas de Março é um romance sobre a força do amor, sobre as peças que o destino prega e sobre como podemos ser felizes mesmo quando tudo parece conspirar contra a felicidade.


'As Violetas de Março' é um livro que apaixona já pela capa, simples e delicada, é constituído por uma história leve, porém cheia de suspense. Assim como a protagonista do livro, Emily, uma jovem escritora que não gosta do seu próprio livro, fica envolvida com o diário que encontrara, o leitor também se envolve com a história que aconteceu nos anos 40.

Enquanto Emily tenta dar rumo a sua vida após o divórcio, saindo com um antigo namorado - Greg, e um rapaz que conhecera na praia - Jack, o livro também conta um romance que foi desenvolvido na ilha em 1940 através do diário que Emily lê escondida de sua tia.

O diário relata o trágico romance entre Elliot e Esther, um casal perdidamente apaixonado, mas com o destino de não terminarem como desejavam, porém a história estava inacabada, faltava o capítulo final da história romântica do jovem casal.

A escritora acaba se envolvendo com a história e começa a investigar a procura das pessoas citadas no diário para saber o que e fato aconteceu com o casal da história escrita naquelas velhas e amareladas páginas do diário vermelho de veludo. Emily acaba descobrindo que Esther era sua avó e Elliot avô de Jack, assim descobre segredos de sua família que sua tia Bee e sua mãe preferiam que ficassem no passado.
Emily decide levar a história a diante para honrar a memória da avó que não conhecera, mas que tinha grande afeto após ler a sua história. Ela consegue desvendar todos os segredos que a rodeia e cumprir a promessa que fizera a si mesma. 
E. Taylor, também se 'cura' pelo Karma de não conseguir escrever mais - não escrever algo de coração, algo de qual sinta orgulho. Ela então conta a história escrita no diário e o dá um final digno e verdadeiro

Além da história de Elliot e Esther, o leitor também se prende a incógnita de com quem Emily ficará no final, Jack, Greg ou se voltará para Joel.  Dois romances em um único livro.

O final, um tanto pouco clichê, surpreende o leitor (pelo menos a mim surpreendeu) que espera um final triste para o romance de 1940. Quanto ao final de Emily, é o esperado, feliz e singelo.


"Deixo-lhe um pensamento, um pensamento sobre o amor que me levou a passar por muitos fracassos: o grande amor perdura ao tempo, à magoa e a distância. E mesmo quando tudo parece perdido, o verdadeiro amor vive. Sei disso agora, e espero que você também. - Com amor de muitos anos atrás, Esther Johnson"



P.S.: Agradeço a Fernanda Bonfim por ter me indicado e emprestado esse livro tão lindo.





domingo, 5 de janeiro de 2014

"Felicidade clandestina No corpo de uma garota Um olhar que assina A cidade da garoa Felicidade repentina Sua doce voz entoa Fecho as portas e a retina E sua presença nunca enjoa De números romanos é bem sabida E dos beatles fã assídua Apaixonada por apaixonante poesia Olhos de ressaca trazidos da maresia Qualidades tal como Amélie Inesquecivelmente belle
Inconsequente ... Francieli"

-Guilherme Garai

É uma honra inenarrável ter recebido esta homenagem, Gui. Tu és um grande escritor e um amigo ainda maior. Muito obrigada!




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

So we were there. Hugging each other's body, listening each other's breath, smiling with our eyes, just because we were with each other. I'd say I was happier than him, 'cause he's the reason I'm living now and having him holding me is kinda heaven on Earth.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Ando lendo e ouvindo muito por aí a frase mais clichê de dezembro: "Não vejo a hora que esse ano acabe". Tá, vai acabar dezembro e começar um novo ano e você aí com esperanças de que vai ser um ano melhor... Só que você se esquece que pra um ano melhor, pra um ano com resultados diferentes, você precisa mudar algumas atitudes. Talvez deixar de ser boba, ou até mesmo se deixar levar, não levar a vida tão a sério, para que assim ela seja um pouco mais divertida.
Não espere tanto de um novo ano, pois ele é só uma oportunidade pra você se auto-avaliar. Se a sua vida continuar na mesmice, a culpa é sua e não do ano! Se a vida melhorar, o mérito é seu e não do ano. Então, não implore pra que este acabe logo, e sim agradeça por ter vivido mais 365 dias e mude! Mude pra que você seja mais feliz no próximo e implore para que o próximo se torne inesquecível (com toda a SUA honra e mérito)...
Mude! Mude, meu bem, para que tudo melhore... Porque o ano termina, mas a vida continua.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Amor é bobo!

Ah, o amor! O amor é coisa (ou nos faz de) boba. Nos faz amar até os maiores defeitos daquela pessoa, transformar estes em simples detalhes ou pequenas imperfeições. O amor nos faz enxergar sentimento onde não existe, afeto num olhar qualquer. Amor faz mal ao coração! Acelera. Pára. Acelera de novo. Nos falta ar!
E ainda tem gente que diz que amor é bonito, é legal, é maravilhoso...
Bom, talvez seja mesmo, mas só quando encontramos a pessoa certa pra amar, que tenha a mesma sintonia nesse sentimento que você.
Mas pra mim, amor é coisa que o Nicholas Sparks inventou pra vender mais livros, iludindo as pobres moças (e moços) carentes. Amor hoje é comercio, só é 'sentido' quando convém para um os lados, é um dar já esperando em receber o dobro. Digo e repito: Amor é bobo! Que nos faz ainda mais bobos que o normal, nos faz criar mundos perfeitos com corações pairando pelo ar.
Amor te faz perder o sono, te faz lembrar da pessoa em qualquer momento banal do dia a dia.
Amor é um pulo ao abismo já sabendo da grande tragédia que está por vir.
Amor é acidente, e acidente não dá pra evitar.

Ah, esse amor que é bobo e nos faz de bobo também.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Antes quando me perguntavam o que eu esperava do futuro, logo pensava em "me formar, casar, morar numa casa grande, ter dois filhos e dois cachorros." Simples... simplesmente isso.
 Hoje, eu ainda quero essa vida que a maioria das meninas desejam, porém, já sei quem eu quero que seja o dono casa, o pais das crianças e o outro dono dos meus futuros pugs... É meu bem, esse alguém é você.
Eu quero você ao meu lado todas as noites, eu quero você me falando que sou sua Linda e quero dizer que você é o meu Paul, quero escutar "Here, there, everywhere" te olhando em silêncio e ao mesmo tempo dizendo tudo, que essa é a nossa música, que você é tudo o que eu preciso. É você quem eu quero abraçar todos os dias, acordar com um beijo de bom dia, chegar em casa e contar como foi meu dia e saber do seu. Quero dormir com seus braços me envolvendo, sentindo o seu cheiro e ouvindo cada batida do seu coração.
Quero brigas. Quero ciúmes bobos que acabam com beijos em meios de sorrisos. Quero tardes chuvosas com filmes que só assistiria porque você achou interessante a sinopse. Quero conversas longas. Quero passear de mãos dadas. Quero nós dois chamando um cachorro de "Obladi" e outro de "Oblada" (porque Beatles embala nossa vida). Quero risadas descontroladas quando um conta uma piada ruim...
Eu quero tanta coisa simples, tenho tanto sonho clichê, mas agora eu só consigo visar isso se eu tiver você.